segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Fim de festa
A festa de S. Sebastião de 2012, foi um sucesso. Agora é tempo de fazer as contas, limpezas e retirar os cartazes que ainda estão afixados.
domingo, 29 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Verride, no Diário de Coimbra
ASSOCIAÇÃO COLAPSOU
Falta de pagamento
à EDP deixa
Verride sem água
A freguesia de Verride ficou sem água na quinta-feira devido a uma situação que se pode considerar insólita. Isto porque, contrariamente ao que é comum, a freguesia tem um sistema privado de abastecimento de água, que entrou em ruptura, uma vez que a entidade que gere esse mesmo sistema – a Associação dos Amigos de Verride – não tem direcção há quase uma década. Apesar do vazio directivo, o sistema funcionou, pois, uma ou duas pessoas, ligadas à colectividade, «foram sempre resolvendo alguns problemas que surgiam, em termos de rupturas». Sem solução ficou a factura da EDP, no valor de 10.500 euros. «Como não havia dinheiro, a factura não foi paga», conta o presidente da Junta, Arménio Pato.
A energia é, esclarece o autarca local, fundamental para accionar os motores que procedem à recolha da água, num furo existente em Verride, bombeando-a depois para os depósitos, a partir dos quais é feito o abastecimento a cerca de 150 famílias. A factura data de Novembro, mas só agora, alegadamente, os motores deixaram de funcionar e a água secou nas torneiras, motivando um protesto generalizado da população, que há mais de 60 anos, de acordo com Arménio Pato, vive com este “sui generis” sistema de abastecimento de água.
(Leia mais na edição impressa do Diário de Coimbra)
Falta de pagamento
à EDP deixa
Verride sem água
A freguesia de Verride ficou sem água na quinta-feira devido a uma situação que se pode considerar insólita. Isto porque, contrariamente ao que é comum, a freguesia tem um sistema privado de abastecimento de água, que entrou em ruptura, uma vez que a entidade que gere esse mesmo sistema – a Associação dos Amigos de Verride – não tem direcção há quase uma década. Apesar do vazio directivo, o sistema funcionou, pois, uma ou duas pessoas, ligadas à colectividade, «foram sempre resolvendo alguns problemas que surgiam, em termos de rupturas». Sem solução ficou a factura da EDP, no valor de 10.500 euros. «Como não havia dinheiro, a factura não foi paga», conta o presidente da Junta, Arménio Pato.
A energia é, esclarece o autarca local, fundamental para accionar os motores que procedem à recolha da água, num furo existente em Verride, bombeando-a depois para os depósitos, a partir dos quais é feito o abastecimento a cerca de 150 famílias. A factura data de Novembro, mas só agora, alegadamente, os motores deixaram de funcionar e a água secou nas torneiras, motivando um protesto generalizado da população, que há mais de 60 anos, de acordo com Arménio Pato, vive com este “sui generis” sistema de abastecimento de água.
(Leia mais na edição impressa do Diário de Coimbra)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
A Rua
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